synthroid and hot flashes

Por Igreja em 12/02/2011

IDENTIDADE.

Então, pelo poder do Espírito, voltou Jesus para a Galiléia, e a sua fama correu por todas as regiões circunvizinhas.

Ele ensinava nas suas sinagogas, e por todos era louvado. Chegando a Nazaré, onde fora criado, num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume e levantou-se para ler.

Foi-lhe dado o livro do profeta Isaias. Ao abrir o livro, achou o lugar onde estava escrito:

O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres. Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos,

E anunciar o ano aceitável do Senhor.

Fechando o livro, devolveu-o ao assistente, e assentou-se. Os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. (Lc 4.14-21)

Jesus tinha ido a Judéia para ser batizado por João Batista. E quando saia d’água uma voz dos céus disse:

Este é o meu filho amado, em quem me comprazo. (Mt 3.17)

Ficamos maravilhados quando lemos essa parte e não temos o mesmo entendimento que as pessoas tinham naquela época e naquela cultura.

Acontece que por tradição judaica as crianças ao completarem 13 anos de idade eram levadas, pelo pai, a uma cerimônia publica de apresentação, chamada de barmitivah, e essa cerimônia era aberta pelo pai da criança que a apresentava dizendo: “Este é o meu filho amado, em quem me comprazo”.

Jesus não teve essa cerimônia por não ser filho biológico de José e ao completar 30 anos de idade, foi batizado nas águas por João e todos os presentes entenderam quando uma voz dos céus disse: “Este é o meu filho amado, em quem me comprazo”.

Depois disto Jesus foi para o deserto onde se consagrou, jejuando por 40 dias e foi tentado pelo diabo que inicialmente pois em dúvida a Sua identidade (atacando a paternidade), quando perguntou:

Se tu és o filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. (Lc 4.3)

Mas Jesus estava firme. Ele não tinha dúvidas, pois lembrava das palavras do Pai.

É importante que os pais digam aos filhos a importância deles. Além de amá-los precisa dizer que os ama, para que ninguém possa roubar a identidade deles.

O texto diz que Jesus voltou a Nazaré e iniciou o Seu ministério e a Sua fama espalhou-se rapidamente.

Chegando a Nazaré, cidade onde fora criado, porque Jesus nasceu em Belém. Num dia de sábado foi a sinagoga e conforme o costume ele liam os livros da lei e estudavam durante todo o shaba. Naquele dia convidaram Jesus para fazer a leitura. E Ele abriu o livro no local em que estava escrito uma profecia de Isaías

Alguns podem até pensar em coincidência, ou argumentar que lhe convidaram para ler por causa da fama que estava em voga a respeito dele, mas o texto diz claramente que Ele voltou a Galiléia pelo poder do Espírito. Lc 4.14

Ele estava lendo e de repente parou. Fechou o livro e quando todos tinham os olhos fitos nele querendo saber o que estava acontecendo, Ele disse: “Hoje se cumpriu essa profecia”.

Ou seja, “Eu sou esta pessoa de quem falou o profeta”. O que equivalia a dizer: “Eu sou o Messias”. Jesus revelou a Sua identidade e foi rejeitado a ponto de quererem matá-lo atirando-o num abismo.

Se quisermos examinar essa profecia, a encontraremos no livro de Isaias, da seguinte forma:

O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas-novas aos pobres. Enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e abertura de prisão aos presos,

Apregoar o ano aceitável do Senhor, e o dia da vingança do nosso Deus… (Is 61.1e 2)

Observe que lá em Nazaré Jesus parou antes da mensagem final da profecia. Por quê? Porque ela (profecia) está se referindo a dois eventos distintos e naquele momento Ele estava identificando essa primeira parte que hoje é conhecida como a primeira vinda de Cristo.

Jesus parou no “ano aceitável do Senhor”, e não leu “o dia da vingança do nosso Deus”. Ou seja, o dia do julgamento. Portanto está parte da profecia refere-se a segunda vinda de Jesus que é descrita em Apocalipse.

É importante entender que estamos entre estas duas citações que se referem a primeira e a segunda vinda de Jesus.

É preocupante a constatação de que a igreja está cheia de pessoas esperando a segunda vinda de Jesus quando deveriam estar se preparando para irem ao encontro dele no arrebatamento e voltarem com Ele para julgar, redimir e governar a Terra no milênio.

O apóstolo João descreve a segunda vinda de Jesus da seguinte forma:

Vi o céu aberto, e apareceu um cavalo branco. O seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e julga e peleja com justiça.

Os seus olhos eram como chamas de fogo, e sobre a sua cabeça havia muitos diademas. Ele tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.

Estava vestido com um manto salpicado de sangue, e o Nome pelo qual se chama é o Verbo de Deus.

Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro.

Da sua boca saía uma espada afiada, para ferir com ela as nações. Ele as regerá com vara de ferro. Ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo poderoso.

No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. (Ap 19.11-16)

A primeira vez que esta descrição fiquei impactado, embora não entendesse muito bem. Eu o tinha visto num papel sobre um balcão. Quando cheguei voltei para casa peguei a Bíblia e fui refletir sobre o texto e me apaixonei por ele a ponto de memorizá-lo.

Algum tempo depois, em Feira de Santana-BA, fui a um culto e como não tinha lugar para sentar estava em pé. As pessoas entoavam alguns hinos e eu na mente orava a Palavra. Algo mais ou menos assim: “Senhor como seria bom que eu pudesse vir contigo naquele exército todo de branco, montado num cavalo branco”. De repente o dirigente do culto fez um sinal com a mão para que todos parassem de cantar e disse: “irmãos, tive uma visão. Vi entrando aqui um cavalo branco e quem estava montado nele era aquele irmão ali. E apontou para mim.

Foi uma experiência muito forte e edificante, pois sabia que ele não podia saber o que eu estava pensando. Cuidado com o que você fica pensando e imaginando, principalmente no momento do louvor.

É interessante fazer a comparação da descrição da aparência de Cristo na primeira com a aparência da segunda vinda.

Na primeira vinda o profeta Isaías o descreve da seguinte forma:

Exatamente como muitos pasmaram à vista dele – o seu parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência mais do que a dos outros filhos dos homens. (Is 52.14)

Ele foi subindo como um renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca. Não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos.

Era desprezado, e o mais indigno entre os homens, homem de dores, e experimentado no sofrimento. Como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. (Is 53.2 e 3)

A segunda vinda foi descrita pelo apóstolo João da seguinte forma:

Vi o céu aberto, e apareceu um cavalo branco. O seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e julga e peleja com justiça.

Os seus olhos eram como chamas de fogo, e sobre a sua cabeça havia muitos diademas. Ele tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo.(Ap 19.11 e 12)

Da sua boca saía uma espada afiada, para ferir com ela as nações. Ele as regerá com vara de ferro. Ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo poderoso.

No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. (Ap 19.15-16)

Amados é preciso saber que o arrebatamento é uma realidade que precede a vinda de Cristo. Tem medo da marca da besta (e vive fazendo, com isto terrorismo espiritual), quem não tem certeza da salvação. Aquele que não sabe que é selado pelo Espírito Santo.

E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. (Ef 4.30)

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos tessalonicenses, ele não deixou dúvidas, pois não falava sobre hipóteses, mas de algo real, e por isso disse:

Dizemo-vos isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.

Pois o mesmo Senhor descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro.

Depois nós os que estamos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. (1Ts 4.15-17)

Após este glorioso encontro, ainda terá uma grande celebração, que é as bodas do Cordeiro, que foi descrita pelo aposto João assim:

Também ouvi uma voz como a de uma grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! Pois já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-poderoso.

Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória! Pois são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se aprontou.

Foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, resplandecente e puro. O linho fino são os atos de justiça dos santos.

E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. (Ap 19.6-9)

Você crê no que está escrito? Então se prepare para esse momento, e pare de ficar procurando outros meios de escapar disso ou daquilo. Só temos uma saída: a santidade.

Satanás quer lhe amedrontar, se não conseguir vai tentar lhe distrair e por fim vai lhe convencer a ficar na zona de conforto esperando a segunda vinda de Cristo.

Amado, não se deixe enganar. Jesus só voltará depois desses acontecimentos, e viremos com Ele.

Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição. Sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos. (Ap 20.6)

Esta é a promessa e este é o final da história. Não se assuste com nenhuma ameaça ou terrorismo espiritual (de quem quer que seja).

Santifique-se sabendo que Ele é fiel para cumprir as Suas promessas, e fazer o que disse que ia fazer, mesmo quando parece não estar fazendo nada.



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